Tocqueville, Frankl, Szondi, Tolstói, marcaram esse início de semana no Brasil Sem Medo.
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A verdade, o amor e a coragem são a tríade que forma a essência de uma vida com sentido, uma vida plena. Um dos grandes exemplos é o psiquiatra austríaco Viktor Frankl, que preso num campo de concentração nazista, encontrou não só para si, mas em toda uma elaboração teórica, a razão e o método da busca de uma vida com sentido. Não por acaso, Maximiliano Kolbe, elevado aos altares pela Igreja Católica e padroeiro deste modesto jornal, também marcou seu martírio num campo de concentração, dando prova máxima de amor e de constância de vida.
No Especial do BSM desta semana, Ludmila Lins Grilo analisa a situação menos afortunada daqueles - muitos - que ainda vivem uma vida de fingimento e vazio. Partindo do clássico "A Morte de Ivan Ilitch", de Lev Tolstói, Ludmila traça as mazelas e as saídas para aqueles que vivem sustentando a miséria de seu Ivan Ilitch interior. De Frankl a Szondi, de Tolstói a Olavo de Carvalho, é urgente resgatar idéias maiores e mais nobres de vida, e acabar com aquilo que o prof. Olavo de Carvalho chama de "cultura do fingimento".
Se a vida imita a arte - e às vezes com traços de insanidade - não é suspeito indicar a análise de Fábio Gonçalves sobre a participação do Ministro Sérgio Moro no programa Roda Viva, da TV Cultura. Hienas covardes e desdentadas, as personalidades do jornalismo presentes deram mostras do alto grau de fingimento e boçalidade da grande mídia nacional. Representantes da Falha e do Estadinho fizeram o possível para desenterrar Marielle e roer-lhe os ossos, criar uma desavença falsa e histérica, entre o Ministro Moro e o Presidente Bolsonaro e fazer ouvidos moucos aos avanços da segurança pública no país. À esquerda interessam os mortos, os ossos e o discurso.
Fica então explicada a transformação da luta pela liberdade e democracia, que marcaram os recentes protestos na Virgínia, numa manifestação racista e branca. Em uma análise aberta também aos não-assinantes - só por hoje -, a estréia de Bene Barbosa em nosso jornal marca um turning point diante das alucinações da extrema-imprensa.
Tocqueville, Frankl, Szondi, Tolstói, marcaram esse início de semana no Brasil Sem Medo.
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A cultura do fingimento, no que depender de nós, acabou!
Abraço!
Silvio Grimaldo Diretor Executivo - Jornal BSM | | | | | São Maximiliano Kolbe, rogai por nós! | | | | |
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